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“O que é que você veio ver aqui?”

Se existe um provérbio que eu possa considerar bastante sábio é aquele que diz: “O gato morreu de curioso”. É impressionante o que a curiosidade faz com uma pessoa: 1. Ela atrai com algo que chame à nossa atenção; 2. Ela aparenta ter algo de “especial”, de “prazeroso” e, por que não dizer, de “misterioso”; 3. Depois que captura, ela oprime e denigre a moral de sua vítima. O apóstolo João nos adverte quanto a nos prendermos às coisas deste mundo, dizendo que: “ Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne , a concupiscência dos olhos e a soberba da vida , não vêm do Pai, mas sim do mundo . Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência ; mas aquele que faz a vontade de Deus, permanece para sempre ” (I João 2.15-17, meus destaques). Perceba que as coisas que há no mundo seguem o mesmo padrão de atração que eu coloquei na sequência acima. Veja também que a atração de Eva pelo fruto da ...

SUICÍDIO, O ENGANO FINAL DE SATANÁS

Desde que foi enganado por Satanás no Éden (Gênesis 3), a ansiedade do ser humano em querer descobrir a “independência” de Deus e andar segundo sua própria vontade e seus próprios desígnios, sempre o levou à morte, como o próprio Deus havia avisado: “ Coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá ” (Gênesis 2.16-17 - NVI). Assim como aconteceu na narrativa da queda, atualmente vemos o mesmo engano difundido pelo diabo, ao querer impor nas mentes humanas a ideia errada de que temos “direito” a conquistarmos o queremos. Esse primeiro engano é bastante difundido por líderes religiosos que não têm escrúpulos, ao incutir nas mentes fracas e imaturas espiritualmente a ideia errada de que Deus “é obrigado” a conceder o que queremos, mediante “barganhas”, “pirracinhas” infantis do tipo “se Tu és Deus na minha vida”, “se Deus é Deus”, “se a Tua Palavra é verdade”, “eu declaro iss...

DOMINAR O PECADO DEPENDE DE NÓS (CONTINUAÇÃO)

ANSIEDADE, UM PECADO BASTANTE ASTUTO (09 DE AGOSTO DE 2010): " Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças " (Filipenses 4.6); " Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que Ele, em tempo oportuno, vos exalte, lançando sobre Ele a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós " (I Pedro 5.6-7). Se pudéssemos atribuir uma característica psicológica humana à ansiedade, ela seria a ASTÚCIA. Antes de explicarmos essa característica, vejamos como são definidas a ANSIEDADE e a ASTÚCIA: a) "Ansiedade (lat anxietate ) sf 1. Aflição, angústia, ânsia. 2. Psicol Atitude emotiva relativa ao futuro e que se caracteriza por alternativas de medo e esperança; medo vago. 3. Desejo ardente. 4. Impaciência"; b) "Astúcia ( lat astutia ) sf 1. Manha, habilidade para o mal, ou para enganar alguém. 2. Estratagema. 3. Esperteza. 4. pop . Travessura...

DOMINAR O PECADO DEPENDE DE NÓS:

" Então, lhe disse o Senhor: 'Por que andas irado, e por que descaiu o teu semblante? Se procederes bem, não é certo que serás aceito ? Se, todavia, procederes mal , eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti , mas a ti cumpre dominá-lo ' " (Gênesis 4.6-7, meus destaques). INTRODUÇÃO : O tema a ser abordado neste texto não é apenas uma ideia trazida pela mente; é uma experiência que tenho vivido nos últimos onze anos, um período em que experimentei alguns sentimentos bastante ruins, como revolta, medo, desânimo, vontade de "sumir do mapa", vontade de virar um eremita... Ou seja, foi um período em que experimentei o que é rebelar-se contra a vontade de Deus e o que é pecar intencionalmente, pois, na minha cabeça, não tinha mais a atenção dEle e, por isso, queria que Ele "usasse" alguém para repreender-me duramente, com palavras bem pesadas, do tipo "ou endireita ou morre". Mas Deus não age assim; Ele não ameaça Seus filhos, ...

AS COPAS DO MUNDO E O FALSO NACIONALISMO BRASILEIRO

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Esse vai ser um dos poucos assuntos que vou abordar no meu blog sem ter um rascunho por trás, pois vou colocar direto neste blog algo que me incomoda há bastante tempo e sei que esse assunto vai provocar um mal-estar que, sinceramente, quero que seja provocado, pois não há mudanças sem que haja, antes, um mal-estar. Percebo, em nosso povo, uma hipocrisia misturada a uma histeria coletiva que beira à loucura e ao ridículo, ao mesmo tempo, sempre que temos uma Copa do Mundo. Esse "nacionalismo" é hipócrita, pois só vemos a ostentação da Bandeira Nacional nessa época, como se o nosso País vivesse somente em função do futebol e como se valesse à pena torcer por ele durante esses curtos e eletrizantes trinta e poucos dias de competição. Durante os outros três anos e onze meses, nós, brasileiros, tratamos nosso País como um pai doente e velho, que nos mimou tanto que, agora, o desprezamos por não dar a nós tudo aquilo que já sugamos dele. Parece uma loucura e, ao mesmo tempo, é rid...

PARA VOCÊ MEDITAR:

    T odos os dias somos desafiados em nossa fidelidade ao Senhor: são problemas que insistem em não ter solução, são barreiras que insistem em estar de pé, são acusações sem fundamento que insistem em nos desanimar e dizer o que não somos. Mas foi em momentos assim que Paulo disse: "Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados;  abatidos, porém não destruídos; levando sempre no corpo morrer de Jesus, para que também a Sua vida se manifeste em nosso corpo" (II Coríntios 4.8-10).        Precisamos ter em mente (digo isso a mim antes de dizer a vocês) que a nossa jornada nesta vida não se resume somente nas conquistas que almejamos, nos trunfos que adquirimos, nas metas que alcançamos. Os "nãos" que recebemos na vida são muito mais construtivos que os "sims" que tanto almejamos. São os "nãos" que nos fazem avançar em direção aos nossos sonhos, nos ensinam a servir aos o...

PONDERAÇÕES SOBRE O PERDÃO

Na quinta-feira passada, 11 de junho de 2009, vi uma cena que me fez refletir sobre o perdão. Um homem estava com dois carrinhos de mercado lotados de papelões parado no meio da rua consertando o chinelo dele. O mais interessante de todo o cenário era o fato de ter uma baia a dez metros dele, onde ele poderia consertar o chinelo sem correr o risco de ser atropelado. Entretanto, ele ignorou os riscos e achou "razoável" continuar ali, apesar do perigo. Fico pensando nas vezes que eu agi da mesma forma, carregando tranqueiras inúteis em minha vida, culpas desnecessárias, lembranças imprestáveis, ressentimentos 100% descartáveis. Essas coisas me deixaram paralisado por muito tempo e sempre me achei "na razão" de estar naquele estado, pois sempre vi os outros como “culpados” da situação que eu estava vivenciando, sem levar em conta que EU MESMO deveria tomar uma atitude para mudar a minha situação, não os outros. Quando não liberamos perdão, agimos como um mendigo que ...