segunda-feira, 16 de agosto de 2010

“O que é que você veio ver aqui?”

Se existe um provérbio que eu possa considerar bastante sábio é aquele que diz: “O gato morreu de curioso”. É impressionante o que a curiosidade faz com uma pessoa:
1. Ela atrai com algo que chame à nossa atenção;
2. Ela aparenta ter algo de “especial”, de “prazeroso” e, por que não dizer, de “misterioso”;
3. Depois que captura, ela oprime e denigre a moral de sua vítima.

O apóstolo João nos adverte quanto a nos prendermos às coisas deste mundo, dizendo que:
Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não vêm do Pai, mas sim do mundo. Ora, o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus, permanece para sempre” (I João 2.15-17, meus destaques).

Perceba que as coisas que há no mundo seguem o mesmo padrão de atração que eu coloquei na sequência acima. Veja também que a atração de Eva pelo fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal seguiu o mesmo padrão:
Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu” (Gênesis 3.6, meus destaques).

Como podemos ver, o Diabo não tem muita criatividade na forma de seduzir e, mesmo assim, caímos na lábia dele com uma facilidade monstruosa. Vemos esse mesmo padrão de sedução em relação aos filhos de Sete, no relato de um livro apócrifo chamado “A Caverna dos Tesouros”, que narra a queda dos filhos de Deus, representados pelos filhos de Sete – que temiam a Deus, por causa da influência negativa exercida pelas depravações praticadas pelos filhos de Caim. Vejamos algumas narrativas deste livro, extraídas do texto “A música e os filhos de Caim”, escrito pelo Pastor Célio Alves da Silva:
Jubal e Tubalcaim, dois irmãos e filhos de Lameque, o cego, o que havia matado Caim, praticavam toda espécie de música. Jubal construiu flautas, cítaras e pífaros. E os demônios introduziram-se neles, e ali se instalaram. Quando eram sopradas, as flautas davam voz aos demônios; e quando eles tangiam as cítaras, os demônios cantavam por elas. E Tubalcaim construiu címbalos, matracas e tambores. E assim recrudescia a depravação dos filhos de Caim, bem como a sua devassidão, e de outra coisa não se ocupavam a não ser da luxúria” (Cap. XI, 34 – meus destaques);

"E reinava a impudicícia entre os filhos de Caim; as mulheres corriam atrás dos homens sem a menor vergonha e misturavam-se com eles numa orgia selvagem... Sopravam as flautas em meio ao vozerio, tocavam as cítaras sob o influxo dos demônios, percutiam os tambores e as matracas, em colaboração com os espíritos maus. E o ruído das gargalhadas elevavam-se nos ares, e foi ouvida no alto da Montanha Sagrada. Quando os filhos de Set escutaram aquele poderoso vozerio e aquelas gargalhadas, vindo do campo dos filhos de Caim, cem dentre eles, homens fortes e vigorosos, reuniram-se e tomaram a resolução de descer até a área dos filhos de Caim" (meus destaques);

Vejam que a curiosidade também capturou os sentidos dos filhos de Sete, a ponto de enviarem cem de seus mais valorosos homens para “averiguar” que “bagunça” era aquela que estava acontecendo no arraial dos caimitas. Não quero entrar no mérito da discussão de dizer se os filhos de Deus eram anjos ou homens, pois isso é uma discussão totalmente infrutífera. O que vemos aqui é que, da mesma forma que a orgia contumaz dos caimitas conseguiu seduzir e capturar os filhos de Sete, a mesma coisa pode fazer com que qualquer um de nós venha a cair, se não tomarmos os devidos cuidados. Vejam o trecho a seguir:
Quero fazer um parêntese para esclarecer um detalhe: os filhos de Set, de acordo com o apócrifo, foram habitar em uma montanha muito alta, bem próxima ao Éden, cuja localização também era no cume de uma alta montanha, enquanto os filhos de Caim foram habitar nas planícies. E, após a morte de Adão, eles fizeram um pacto de que ninguém desceria da montanha e manteria qualquer relação com os caimitas. E isto durou por muito tempo, até o dia em que, uma nova geração começou a surgir e começaram a ter curiosidade de conhecer o povo que habitava as planícies. E levados pela curiosidade daquilo que acontecia na terra, mesmo contra a ordem dos patriarcas, alguns foram conhecer o que se passava no outro mundo” (meus destaques).

Daqui vem o título deste texto: o que, afinal de contas, os filhos de Sete foram ver entre os caimitas? Será que o simples fato de ouvir o som das depravações que aconteciam no arraial dos caimitas não era suficiente para saber que não “rolava” coisa boa entre eles? Como o trecho acima revela, parece que uma nova geração não se contentou com a ordem dos patriarcas de não se envolverem com os caimitas e sentiram uma curiosidade crescente de conhecer aqueles “primos” rebeldes. Quem sabe alguém dos filhos de Sete “convertia” os caimitas e os traria de volta ao caminho do Criador?

Espero que compreendam o que vou dizer aqui, pois sei que vou suscitar interpretações dúbias. Muitas vezes, na ânsia de não parecermos “quadrados” diante do “mundão”, adotamos algumas práticas que são visivelmente contrárias à Palavra de Deus, e essas práticas vão-se tornando cada vez mais permissivas, dando margem a práticas cada vez mais nocivas. Isso acontece quando os jovens têm muita licenciosidade em seus namoros, quando Pastores começam a praticar atos imorais para conseguir licenças e outros documentos públicos para suas Igrejas, quando há divórcios e adultérios em nosso meio, simplesmente porque um cônjuge “cansou da cara” do outro e vemos uma sequência infinita de casamentos, como acontece na mídia secular.

Como o salmista Davi fala, um abismo chama outro abismo (Salmo 42.7). A partir do momento em que damos oportunidade de o inimigo nos convencer de fazermos algo de errado, mesmo que aparentemente (ou socialmente) correto, aos olhos do nosso Deus é PECADO, e tudo o que vem deste mundo não convém aos filhos de Deus, como o apóstolo João nos alerta:
Sabemos que somos de Deus, e que o mundo inteiro jaz no Maligno” (I João 5.20).

O apóstolo Paulo também nos adverte que:
Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas; mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas” (I Coríntios 6.12).

Quando eu falei sobre o fato de alguns em nosso meio praticarem coisas que são “comuns” lá fora, acho que não mencionei nada que fosse “lícito”, nem socialmente falando (pois, da lista que mencionei, há muita permissividade, mas nada lícito, no sentido formal da palavra...), nem espiritualmente falando. Um ditado que eu mesmo havia criado para me conter durante minha juventude expressa bem como algo permitido hoje pode virar um pecado bem maior amanhã: “Se você cede hoje nas pequenas coisas, vai ceder nas maiores amanhã”. Na prática, sendo bastante claro:
a) A "mão boba" hoje pode gerar uma gravidez indesejada, ou um divórcio, ou uma traição amanhã;

b) Um software "pirata" de hoje pode gerar uma nota fria, um escândalo ou uma prisão amanhã;

c) Um olhar lascivo hoje pode gerar uma traição, um lar destruído e uma vergonha enorme amanhã;

d) Um agradozinho ao fiscal de rendas hoje pode virar uma prisão amanhã.

Concluindo este texto, vemos que, dos filhos de Sete sobrou somente Noé e sua família como um remanescente fiel a Deus. É impressionante como o Senhor sempre separa para Si aqueles que não se curvam a Baal, a Mamon ou a qualquer outra coisa que se levante contra a Santidade dEle! Nós (sim, me incluo neste trecho) precisamos ter em mente e pôr em prática que nada, NADA MESMO é mais valioso do que termos a presença do nosso Deus em nossas vidas! Se vivemos um aparente desprezo por parte do mundo e por parte daqueles que cederam aos seus apelos sutis e destrutivos, devemos ter em mente que:
Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo” (Mateus 24.13);

Ao que vencer, dar-lhe-ei a comer da árvore da vida, que está no paraíso de Deus” (Apocalipse 2.7);

Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida… O que vencer, de modo algum sofrerá o dado da segunda morte” (2.10, 11);

Ao que vencer darei do maná escondido, e lhe darei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe” (2.17);

Ao que vencer, e ao que guardar as minhas obras até o fim, eu lhe darei autoridade sobre as nações, e com vara de ferro as regerá, quebrando-as do modo como são quebrados os vasos do oleiro, assim como eu recebi autoridade de meu Pai; também lhe darei a estrela da manhã” (2.26-28);

O que vencer será assim vestido de vestes brancas, e de maneira nenhuma riscarei o seu nome do livro da vida” (3.5a).

Seja um Vencedor! Não se deixe levar pelas ofertas infames do mundo!



16 de agosto de 2010.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

SUICÍDIO, O ENGANO FINAL DE SATANÁS

Desde que foi enganado por Satanás no Éden (Gênesis 3), a ansiedade do ser humano em querer descobrir a “independência” de Deus e andar segundo sua própria vontade e seus próprios desígnios, sempre o levou à morte, como o próprio Deus havia avisado:

Coma livremente de qualquer árvore do jardim, mas não coma da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente você morrerá” (Gênesis 2.16-17 - NVI).

Assim como aconteceu na narrativa da queda, atualmente vemos o mesmo engano difundido pelo diabo, ao querer impor nas mentes humanas a ideia errada de que temos “direito” a conquistarmos o queremos. Esse primeiro engano é bastante difundido por líderes religiosos que não têm escrúpulos, ao incutir nas mentes fracas e imaturas espiritualmente a ideia errada de que Deus “é obrigado” a conceder o que queremos, mediante “barganhas”, “pirracinhas” infantis do tipo “se Tu és Deus na minha vida”, “se Deus é Deus”, “se a Tua Palavra é verdade”, “eu declaro isso ou aquilo”, além de outras atitudes claramente antibíblicas.

Essa é uma atitude de rebelião terrível, pois queremos trocar de posição com Deus, ao colocá-Lo na posição de servo e nós, de senhores. Só que as coisas não acontecem dessa forma. É uma arrogância monstruosa, da parte do ser humano, querer agir assim. A Bíblia tem diversas passagens que demonstram a tolice do ser humano em querer agir assim:

Quem é esse que obscurece o meu conselho com palavras sem conhecimento?” (Jó 38.2 – NVI);

Do Seu trono nos céus o Senhor põe-se a rir e caçoa deles” (Salmo 2.4 – NVI);

Os olhos do arrogante serão humilhados e o orgulho dos homens será abatido; somente o Senhor será exaltado naquele dia” (Isaías 2.11; 17 – NVI);

De quem você zombou e contra quem blasfemou? Contra quem você ergueu a voz e contra quem levantou seu olhar arrogante? Contra o Santo de Israel!… Sim, contra mim você se enfurece, o seu atrevimento chegou aos meus ouvidos; por isso, porei meu anzol em seu nariz e o meu freio em sua boca, e o farei voltar pelo caminho por onde veio” (Isaías 37.23, 29).

Essas passagens são suficientes para demonstrar que a arrogância humana nada mais é do que a demonstração de sua imaturidade e insanidade diante de Deus.

Evidentemente, existem diversas situações circunstanciais e naturais que impedem que certas coisas aconteçam, que impedem que aquele “direito” não venha a consolidar-se. É aqui que começa o segundo estágio do engano do nosso inimigo, a “vitimação”. Ela tem dois aspectos bastante claros: a pessoa que foi iludida pelo inimigo tem duas reações bastante claras: a de se autoacusar e a de acusar os outros por não ter alcançado aquele “direito” a que ele pensava ter direito.

Essa “vitimação” afasta as pessoas da pessoa que foi enganada pelo diabo, pois ela só fala e vive em função daquele “direito” perdido. Por causa desse afastamento, ela se torna amarga e agressiva, além de depressiva e melancólica. Se for uma pessoa que, anteriormente, era temente ao Senhor, aí é mais grave, porque o Senhor nos ensina que o coração dessa pessoa é como uma casa limpa, decorada, porém vazia, e vai ser invadida pelo mal que foi antes expulso, só que em companhia de outros sete, indicando que ela será atormentada não somente por aquele pecado anterior, como por outros piores. (Mateus 12.43-45; Lucas 11.24-26).

Por fim, vendo que está sozinha e pensando que não há perdão para ela, acaba se desesperando e dando cabo de sua própria vida. Ou seja, o suicídio é a cartada final de Satanás na sua ânsia por destruir a mais bela criação divina: O SER HUMANO!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

DOMINAR O PECADO DEPENDE DE NÓS (CONTINUAÇÃO)

ANSIEDADE, UM PECADO BASTANTE ASTUTO (09 DE AGOSTO DE 2010):
"Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças" (Filipenses 4.6);
"Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que Ele, em tempo oportuno, vos exalte, lançando sobre Ele a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós" (I Pedro 5.6-7).
Se pudéssemos atribuir uma característica psicológica humana à ansiedade, ela seria a ASTÚCIA. Antes de explicarmos essa característica, vejamos como são definidas a ANSIEDADE e a ASTÚCIA:
a) "Ansiedade (lat anxietate) sf 1. Aflição, angústia, ânsia. 2. Psicol Atitude emotiva relativa ao futuro e que se caracteriza por alternativas de medo e esperança; medo vago. 3. Desejo ardente. 4. Impaciência";
b) "Astúcia (lat astutia) sf 1. Manha, habilidade para o mal, ou para enganar alguém. 2. Estratagema. 3. Esperteza. 4. pop. Travessura. Antônimo (acepção 1): franqueza, lealdade". (Dicionário da Língua Portuguesa - Professor Pasquale, Melhoramentos, 2009.
Ou seja, a ansiedade, dentre todos os pecados que nos assediam (Hebreus 12.1), é o que é mais astuto, pois ela é uma característica inerente ao tempo em que vivemos, sendo, inclusive, considerada "a doença do século", não poupando crianças, jovens, adultos, homens, mulheres, idosos, ricos, pobres, crentes, ateus, orientais, ocidentais. Ou seja, todos, de uma forma ou de outra, são atingidos por esse pecado voraz, astuto e extremamente mortal.
O que é mais interessante, entretanto, é que a Bíblia trata da ansiedade de forma bastante dura, sem meias palavras, pois ela já vinha atacando as pessoas em todas as eras, como veremos nas passagens a seguir:
a) Mateus 6.25, 27: "Por isso, vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes?" Ou seja, não podemos dar mais valor às coisas do que a nós mesmos, pois permanecemos muito mais tempo do que a comida com que nos alimentamos, e depois as eliminamos, ou as roupas com que nos vestimos, que envelhecem e se rasgam;
b) Lucas 12.25: "Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?", ou "Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora à sua vida?" (versão NVI). Como é dito em alguns filmes americanos, "essa é a pergunta que vale um milhão". Se, por mais que sejamos organizados, não conseguimos acrescentar uma hora à nossa vida (das dezesseis que temos naturalmente disponíveis), ansiosos, preocupados, agitados de um lado para o outro, não vamos conseguir nada mais do que nos enrolar cada vez mais. Alguém deve perguntar: não seriam vinte e quatro as horas do dia de todo mundo? A não ser que você seja um sonâmbulo ou um viciado em trabalho (dois sérios candidatos à loucura...), todos nós precisamos de, pelo menos, oito horas de sono para sobrevivermos. Então, se não somos capazes de organizarmos nossas vidas e tarefas, com a intenção de ganharmos mais uma hora em nossa vidinha conturbada, por que continuamos ansiosos por coisas que estão fora do nosso controle? O Senhor Jesus responde a esta pergunta: "Se, portanto, nada podeis fazer quanto às coisas mínimas, por que andais ansiosos pelas outras?". Como fala uma propaganda, "simples assim".
Como podemos ver nas passagens em destaque, não ficarmos ansiosos não é uma opção, é uma ORDEM! É uma ordem expressa tão importante quanto àquela proferida pelo Senhor Deus a Adão e Eva, quanto a não comerem da árvore do conhecimento do bem e do mal (Gênesis 2.17). Se esta ordem tinha o poder de impedir a entrada da morte e do pecado na vida do Homem e no mundo, que é dirigido por ele, a ordem de não ficarmos ansiosos pode nos proteger de diversas consequências ruins, dentre as quais:
a) Dúvida: A dúvida não permite que confiemos plenamente no Senhor. A falta de confiança no Senhor impede que Suas bênçãos cheguem à nossa vida:
"De fato, sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que Ele existe e se torna galardoador dos que O buscam" (Hebreus 11.6); e
"Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando; pois o que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Não suponha esse homem que alcançará do Senhor alguma coisa; homem de ânimo dobre, inconstante em todos os seus caminhos" (Tiago 1.6-8).
b)Desconfiança: Quando desconfiamos de alguém muito próximo, fica impossível confiarmos na pessoa novamente. Em relação ao Senhor, a quem não vemos, a situação fica ainda mais caótica, e somente com o poder sobrenatural do Espírito Santo para que essa pessoa volte a confiar plenamente no Senhor:
"E, do modo por que Janes e Jambres resistiram a Moisés, também estes resistem à verdade. São homens de todo corrompidos na mente, réprobos quanto à fé; eles, todavia, não irão avante; porque a sua insensatez será a todos evidente, como também aconteceu com a daqueles" (2 Timóteo 3.8-9);
"No tocante a Deus, professam conhecê-Lo; entretanto, O negam por suas obras; é por isso que são abomináveis, desobedientes e reprovados para toda boa obra" (Tito 1.16).
Concluindo, não importa o que esteja afligindo o seu coração, faça com que essas coisas não ocupem o lugar dentro dele, para que essas coisas não o faça naufragar na fé e o levem para longe do Senhor. Faça conhecido do Senhor aquilo que o aflige, não porque Ele não os conheça, mas para que você os veja do ponto-de-vista correto: como complementos, um acréscimo à vida, não o objetivo, o alvo de uma vida.
Que o Senhor Jesus lhes abençoe ricamente!