sábado, 13 de junho de 2009

PONDERAÇÕES SOBRE O PERDÃO

Na quinta-feira passada, 11 de junho de 2009, vi uma cena que me fez refletir sobre o perdão. Um homem estava com dois carrinhos de mercado lotados de papelões parado no meio da rua consertando o chinelo dele. O mais interessante de todo o cenário era o fato de ter uma baia a dez metros dele, onde ele poderia consertar o chinelo sem correr o risco de ser atropelado. Entretanto, ele ignorou os riscos e achou "razoável" continuar ali, apesar do perigo.
Fico pensando nas vezes que eu agi da mesma forma, carregando tranqueiras inúteis em minha vida, culpas desnecessárias, lembranças imprestáveis, ressentimentos 100% descartáveis. Essas coisas me deixaram paralisado por muito tempo e sempre me achei "na razão" de estar naquele estado, pois sempre vi os outros como “culpados” da situação que eu estava vivenciando, sem levar em conta que EU MESMO deveria tomar uma atitude para mudar a minha situação, não os outros.
Quando não liberamos perdão, agimos como um mendigo que carrega um fardo de coisas desnecessárias em suas costas. Carregamos tudo aquilo que é desnecessário para uma vida plena e saudável: culpas, medos, tragédias, mágoas, ressentimentos, iras e toda a sorte de coisas ruins que não só atrapalham a vida, mas a consome, matando o nosso ser aos poucos, até que venhamos a morrer completamente, como uma planta que murcha ao sol.
A Bíblia nos dá tantos exemplos e advertências sobre o perdão que deveriam ser consideradas mais seriamente, como veremos a seguir:
José foi um dos homens que tiveram maiores motivos para odiar e vingar-se de seus irmãos, pois fora alvo do ódio e da inveja de seus irmãos, pois era o filho preferido de seu pai, Jacó (Israel), por ser filho da mulher preferida de seu pai (Raquel) e por ter sonhos que levariam qualquer pessoa a odiá-lo: sonhos de grandeza, não por sua própria arrogância, mas porque DEUS o estava preparando para ser grande (v. Gn 37.5-8, 9-11).
Quando ele foi atrás de seus irmãos em Dotã, eles quiseram matá-lo, por causa de seus sonhos e porque ele contava a seu pai todas as coisas erradas que eles faziam. Rubem, seu irmão mais velho, tentou dissuadir seus irmãos dessa tolice, mandando somente “dar-lhe um susto”, lançando-o numa cova. Judá, quando viu a caravana de ismaelitas indo em direção ao Egito, resolveu vender-lhes José como escravo. Não vou contar a história toda, pois ela está na Bíblia.
O fato é que José TINHA QUE SER ESCRAVO NO EGITO, a fim de que SEUS SONHOS SE TORNASSEM REAIS! Tanto é que ele se tornou o GOVERNADOR DO EGITO, estando abaixo somente de Faraó e seus irmãos e seu pai, de fato, CURVARAM-SE DIANTE DELE. Mas quero chamar sua atenção a uma passagem, que se deu quando Jacó (Israel) faleceu e os irmãos de José temeram sua vingança:
Vendo os irmãos de José que seu pai estava morto, disseram: Porventura José nos odiará e nos retribuirá todo o mal que lhe fizemos. Então mandaram dizer a José: Teu pai, antes da sua morte, nos ordenou: Assim direis a José: Perdoa a transgressão de teus irmãos, e o seu pecado, porque te fizeram mal. Agora, pois, rogamos-te que perdoes a transgressão dos servos do Deus de teu pai. E José chorou quando eles lhe falavam. Depois vieram também seus irmãos, prostraram-se diante dele e disseram: Eis que nós somos teus servos. Respondeu-lhes José: Não temais; acaso estou eu em lugar de Deus? Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; Deus, porém, o intentou para o bem, para fazer o que se vê neste dia, isto é, conservar muita gente com vida. Agora, pois, não temais; eu vos sustentarei, a vós e a vossos filhinhos. Assim ele os consolou, e lhes falou ao coração” (Gn 50.15-21).
Vejam que atitude nobre José teve! Não vingou-se de seus irmãos, por maiores e mais justos que fossem seus motivos! Pelo contrário, além de perdoar-lhes, reconheceu que a aparente maldade que eles cometeram contra ele serviu para dar-lhes livramento!
Será que nós devemos parar para ver o que está acontecendo DE VERDADE com as nossa vida e com o rumo que ela está tomando, antes de pensarmos em vingança? Será que Deus não quer de nós uma atitude que venha a alterar não só o nosso rumo, mas também a vida das pessoas que estão ao nosso redor, servindo até mesmo de abrigo e proteção contra as secas e desertos que eles vão enfrentar no futuro? Pense nisso...

Davi: O “homem segundo o coração de Deus” (Atos 13.22) também passou por situações que poderiam ter gerado ressentimentos e mágoas em seu coração. Foi acusado de traição por Saul e Simei, desprezado por Mical, sua esposa e filha de Saul, foi ignorado por Nabal, o carmelita e foi traído por Absalão, seu filho mais velho, entre outras situações. No entanto, em cada uma dessas situações, Deus mostrou-lhe a nobreza do perdão, pois ele mesmo pecara de forma horrenda contra Deus, ao cometer adultério com Bate-Seba e assassinar Urias, o marido dela. Vejamos a atitude de Davi em relação a cada uma dessas atitudes:
a) Saul: “Então os homens de Davi lhe disseram: Eis aqui o dia do qual o Senhor te disse: Eis que entrego o teu inimigo nas tuas mãos; far-lhe-ás como parecer bem aos teus olhos. Então Davi se levantou, e de mansinho cortou a orla do manto de Saul. Sucedeu, porém, que depois doeu o coração de Davi, por ter cortado a orla do manto de Saul. E disse aos seus homens: O Senhor me guarde de que eu faça tal coisa ao meu senhor, ao ungido do Senhor, que eu estenda a minha mão contra ele, pois é o ungido do Senhor... Então disse Davi a Saul: por que dás ouvidos às palavras dos homens que dizem: Davi procura fazer-te mal? Eis que os teus olhos acabam de ver que o Senhor hoje te pôs em minhas mãos nesta caverna; e alguns disseram que eu te matasse, porém a minha mão te poupou; pois eu disse: Não estenderei a minha mão contra o meu senhor, porque é o ungido do Senhor. Olha, meu pai, vê aqui a orla do teu manto na minha mão, pois cortando-te eu a orla do manto, não te matei. Considera e vê que não há na minha mão nem mal nem transgressão alguma, e que não pequei contra ti, ainda que tu andes à caça da minha vida para ma tirares” (I Samuel 24.4-6,9-11);
b) Nabal: De acordo com o relato da passagem de I Samuel 25.6-8, Davi e seus homens tinham ajudado aos servos de Nabal quando eles estiveram no monte Carmelo, dando-lhes proteção. Diante dessa ajuda, Davi pediu a seus homens que fossem a Nabal e lhe relatassem isso, a fim de conseguir suprimentos para sua jornada. Nabal, entretanto, foi arrogante ao destratar Davi, tratando-lhe como um servo fugitivo de seu senhor (v. 10-11). Davi enfureceu-se tanto com esta resposta que decidiu matar não só Nabal, mas todos os seus servos. Um dos servos de Nabal contou a Abigail, sua esposa, a atitude que Nabal tivera contra Davi e seus homens e contou o quanto estes lhes foram bondosos e prestativos, além de dizer que Nabal era homem de Belial, ou seja, homem maligno. Ela tomou um jumento e foi ao encontro de Davi, a fim de aplacar-lhe a ira, tomando sobre si a culpa do marido e dizendo-lhe: “… Ah, senhor meu, minha seja a iniqüidade! Deixa a tua serva falar aos teus ouvidos, e ouve as palavras da tua serva. Rogo-te, meu senhor, que não faças caso deste homem de Belial, a saber, Nabal; porque tal é ele qual é o seu nome. Nabal é o seu nome, e a loucura está com ele; mas eu, tua serva, não vi os mancebos de meu senhor, que enviaste. Agora, pois, meu senhor, vive o Senhor, e vive a tua alma, porquanto o Senhor te impediu de derramares sangue, e de te vingares com a tua própria mão, sejam agora como Nabal os teus inimigos e os que procuram fazer o mal contra o meu senhor” (v. 24-26).
Davi reconheceu a atitude de Abigail como livramento do Senhor ao dizer: “Ao que Davi disse a Abigail: Bendito seja o Senhor Deus de Israel, que hoje te enviou ao meu encontro! E bendito seja o teu conselho, e bendita sejas tu, que hoje me impediste de derramar sangue, e de vingar-me pela minha própria mão! Pois, na verdade, vive o Senhor Deus de Israel que me impediu de te fazer mal, que se tu não te apressaras e não me vieras ao encontro, não teria ficado a Nabal até a luz da manhã nem mesmo um menino” (v. 32-34).
Quando Abigail voltou para casa, encontrou Nabal comendo fartamente e estava visivelmente embriagado, mas não lhe contou nada sobre o que havia acontecido. Pela manhã, quando ele estava sóbrio, ela contou a ele sobre o risco que ele correra de ser morto por Davi e a notícia o afetou tanto que ele tivera um derrame e, depois de dez dias, morreu (v. 36-38). Quando Davi soube da morte de Nabal, louvou ao Senhor por não ter permitido que ele se vingasse de Nabal e tomou Abigail como sua esposa (v. 39-42).
c) Mical: Davi tornou-se rei de Israel por causa da morte de Saul e tomara Jerusalém das mãos dos jebuseus e estabeleceu ali sua casa e o seu reino, tornando-se rei também sobre Judá e Benjamim. Quando ele resgatou a Arca da Aliança das mãos dos filisteus, ele a trouxe a Jerusalém, ao som de festa e com danças. Davi não estava vestido com roupas reais, mas somente com a estola sacerdotal, uma espécie de camisola de linho que vinha até a altura dos quadris. Quando Mical o viu dançando daquele jeito, o desprezou em seu coração (II Sm 6.16). Depois de abençoar todo o povo e despedir-se deles, Davi voltou para sua casa para abençoá-la. Ao chegar, Mical o ofendeu, dizendo: “Quão honrado foi o rei de Israel, descobrindo-se hoje aos olhos das servas de seus servos, como sem pejo se descobre um indivíduo qualquer” (v. 20).
Davi, por sua vez, respondeu-lhe: “Perante o Senhor, que teu escolheu a mim de preferência a teu pai e a toda a sua casa, estabelecendo-me por chefe sobre o povo do Senhor, sobre Israel, sim, foi perante Senhor que dancei; e perante ele ainda hei de dançar. Também ainda mais do que isso me envilecerei, e me humilharei aos meus olhos; mas das servas, de quem falaste, delas serei honrado” (v. 21-22). Por causa de sua atitude, Mical morreu estéril.
d) Simei: Era parente de Saul e amaldiçoou Davi, por pensar que este era responsável pela morte de Saul. Ele dizia: “Sai, sai, homem sanguinário, homem de Belial! O Senhor te deu agora a paga de todo o sangue da casa de Saul, em cujo lugar tens reinado; já entregou o Senhor o reino na mão de Absalão, teu filho; e eis-te agora na desgraça, pois és um homem sanguinário” (II Sm 16.7-8).
Davi, em vez de querer vingar-se de Simei, reconheceu que aquilo poderia estar vindo da parte de Deus, uma vez que ele havia pecado contra o Senhor, no caso de Bate-Seba e Urias e de Absalão, e não permitiu que Zeruia, um de seus soldados, o matasse. Tempos depois, o mesmo Simei, que havia amaldiçoado Davi, veio pedir-lhe perdão, pois agira imprudentemente, dizendo: “Não me impute meu senhor à minha culpa, e não te lembres do que tão perversamente fez teu servo, no dia em que o rei meu senhor saiu de Jerusalém; não conserve o rei isso no coração. Porque eu, teu servo, deveras confesso que pequei; por isso eis que eu sou o primeiro, de toda a casa de José, a descer ao encontro do rei, meu senhor” (19.19-20).
Como podemos ver, Davi foi considerado por Deus um homem segundo o seu coração porque ele reconheceu o valor imenso do perdão, não só sobre a vida dos outros, como também sobre a sua própria vida, sendo um homem cujo louvor e a gratidão a Deus transbordava de seu coração, vivendo a Graça muito antes de ela ser revelada por Cristo.
O Senhor Jesus mesmo nos ensina sobre a importância do perdão em diversas passagens, as quais leremos a seguir:
a) “Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas” (Mt 6.14-15);
b) “Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: ‘Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete?’ Respondeu-lhe Jesus: ‘Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete’” (18.21-22);
c) A Parábola do Servo Impiedoso (18.23-34);
d) “Assim vos fará meu Pai celestial, se de coração não perdoardes, cada um a seu irmão” (18.35);
e) “Sede misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso. Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. Dai, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos deitarão no regaço; porque com a mesma medida com que medis, vos medirão a vós” (Lc 6.36-38).
Diante desses argumentos, qual será a sua atitude a partir de hoje? Vai continuar carregando tralhas do passado ou vai partir para uma vida abundante e cheia de alegria? Será que a pessoa que te magoou merece tanta atenção assim? Será que você mesmo nunca magoou tanto uma pessoa que a fez sentir-se mal a ponto de desejar a própria morte? Qual será a solução então? PERDOAR!!! Somente o PERDÃO é capaz de curar mágoas, não só nossas, mas também as que os outros têm contra nós! Pense nisso e deixe todas essas tralhas do passado no lugar de onde eles nunca mais devem sair: NO MAR DO ESQUECIMENTO!!!
Que o Senhor lhe abençoe e lhe dê uma vida abundante e próspera!!!

Rio de Janeiro, 13/06/2009.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

“O Código Da Vinci”: Mais Uma Fábula Caduca

Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas” (II Timóteo 4.3-4).

A obra literária e cinematográfica “O Código Da Vinci”, de Dan Brown, é mais uma das inúmeras tentativas inúteis de tentar manchar a Deidade de Jesus e de desmentir a Bíblia como a Palavra de Deus, em que é usada a mesma velha tática diabólica de afrontar as verdades de Deus que foi usada contra Adão e Eva, no Éden: semeia-se a dúvida através de fábulas com aparência de verdade, que conduz ao questionamento das verdades divinas, principalmente contra aquelas reveladas na Bíblia, a Palavra de Deus.

Nessa estória em particular, é narrada a fábula milenar de que Jesus e Maria Madalena teriam se casado e tido filhos, que são chamados de Merovíngios. Isso não seria demérito contra Jesus, pois Deus fez homem e mulher para coabitarem com amor e constituírem família. No entanto, há pelo menos duas passagens bíblicas que dão a entender que Jesus NÃO TEVE DESCENDENTES,  não porque isso fosse ofensivo, mas simplesmente ISSO NÃO FAZIA PARTE DO PLANO DE DEUS PARA ELE.

A primeira passagem bíblica encontra-se em Isaías 53, que é uma impressionante descrição do sofrimento e morte de Jesus com uma riqueza de detalhes maravilhosa, principalmente pelo fato de ter sido escrita setecentos anos antes dele acontecer. O verso 8 nos dá uma importante pista em relação à NÃO-EXISTÊNCIA DE UMA LINHAGEM NASCIDA DE JESUS:

“Por juízo opressor foi arrebatado, e de sua linhagem, quem dela cogitou? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido” (destaque nosso).

Na versão Nova Versão Internacional, encontramos este texto assim escrito:

“Com julgamento opressivo ele foi levado. E quem pode falar dos seus descendentes? Pois ele foi eliminado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo ele foi golpeado” (destaque nosso).

Como podemos ver nessas duas versões, o profeta Isaías foi revelado por Deus que o Messias – Jesus Cristo – não deixou descendentes. Ou seja, não teve FILHOS!

A segunda passagem que poderíamos usar como base nesse “desmascaramento” do “Código Da Vinci” encontra-se em Mateus 19.12, em que Jesus está explicando aos discípulos sobre a condição do divórcio e sobre a dureza do coração dos homens. No fim de Seu ensinamento, ele fala sobre a condição dos eunucos, da seguinte forma:

Porque há eunucos de nascença; há outros a quem os homens fizeram tais; e há outros que a si mesmos se fizeram eunucos, por causa do Reino dos Céus. Quem é apto para o admitir admita”.

Na versão NVI encontramos esse texto escrito da seguinte forma:

Alguns são eunucos porque nasceram assim; outros foram feitos assim pelos homens; outros ainda se fizeram eunucos por causa do Reino dos Céus. Quem puder aceitar isso, aceite”.

Podemos entender que Jesus está dizendo que Ele preferiu o celibato por causa do Reino de Deus – Seu Ministério – pois não teria tempo para dedicar-se à sua família, uma vez que a pessoa casada tem o seu coração dividido entre sua família e a Obra de Deus, ao passo que o solteiro – aquele que pratica o verdadeiro celibato – dedica-se inteiramente ao Senhor e ao Seu serviço, não tendo seu coração dividido com o mundo e suas preocupações, como nos ensina Paulo na passagem a seguir:

 O que realmente eu quero é que estejais livres de preocupações. Quem não é casado, cuida das coisas do Senhor, em como agradar ao Senhor; mas o que se casou cuida das coisas do mundo, em como agradar à esposa, e assim está dividido” (I Coríntios 7.32-33).

Portanto, os cristãos – aqueles que têm a Bíblia como a Palavra do Senhor – não precisam se preocupar com esta farsa maligna, pois ela é totalmente contraditada pela própria Bíblia. Aos que ainda consideram esta obra literária alguma coisa, peço que deem uma boa lida na Bíblia, sob a orientação do Espírito Santo, que inspirou e orientou as pessoas que a escreveram, para que suas mentes sejam libertas das mentiras do Maligno.

E tu, guarda o que te foi confiado, evitando os falatórios inúteis e profanos e as contradições do saber, como falsamente lhe chamam, pois alguns, professando-o, se desviaram da fé. A graça seja convosco” (I Timóteo 6.20-21).

Rio de Janeiro, 30 de dezembro de 2008 a 3 de janeiro de 2009.

Martins Pessôa Regis Júnior

Advogado – OAB/RJ 112.301

Pastor – Assembléia de Deus – Missão Apostólica da Fé – RJ